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Diabetes, pré-diabetes e resistência à insulina

A alteração da glicemia costuma aparecer antes de qualquer sintoma, em um exame de rotina. É justamente nessa fase, de pré-diabetes e resistência à insulina, que a avaliação tem mais a oferecer.

Dra. Karina Novak · CRM/PR 48.517 · RQE 34.383

A investigação considera o histórico familiar, o peso e a composição corporal, a pressão, o colesterol, o uso de medicações e as condições associadas. Diabetes raramente aparece sozinha, e tratar apenas o número da glicemia deixa de fora boa parte do que precisa ser cuidado.

O acompanhamento envolve ajuste do tratamento ao longo do tempo, revisão periódica dos exames e atenção às complicações que se previne acompanhando, como as alterações renais, oculares e cardiovasculares.

Quando procurar avaliação

Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. O diagnóstico e a conduta dependem da avaliação individual.

Como é o acompanhamento

O caminho é o mesmo para todas as áreas: entender a causa antes de definir a conduta, e ajustar o plano conforme o seu corpo responde.

  1. 01

    A escuta do que trouxe você

  2. 02

    O histórico e o exame

  3. 03

    Os próximos passos

  4. 04

    O acompanhamento ao longo do tempo

Ver o plano de acompanhamento em detalhe →
Perguntas frequentes

Qual a diferença entre pré-diabetes e diabetes?

A diferença está na faixa dos exames. O pré-diabetes é uma fase em que a glicemia já está acima do normal, mas ainda não atingiu o critério de diabetes. É uma fase de alerta, e não uma sentença: é quando a intervenção costuma ter mais efeito.

Resistência à insulina é a mesma coisa que diabetes?

Não. A resistência à insulina é uma alteração no modo como o corpo responde ao hormônio, e pode existir anos antes de a glicemia se alterar. Ela costuma vir acompanhada de excesso de peso abdominal, alterações do colesterol e, em mulheres, de síndrome dos ovários policísticos.

Quem tem diabetes precisa cortar todo o açúcar?

A orientação alimentar é individualizada e considera a sua rotina, o tipo de tratamento em uso e as suas outras condições. Um plano impossível de manter costuma ser abandonado, e um plano abandonado não trata ninguém.

Para se aprofundar

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A consulta é online, por videochamada, com revisão da sua história clínica e dos seus exames.